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Taxa de rejeição ao transporte público despenca em SP

A rejeição do paulistano ao transporte público diminui na medida em que aumentam os congestionamentos nas ruas. Uma pesquisa feita pelo Ibope, encomendada pelo Movimento Nossa São Paulo e divulgada nesta segunda-feira, Dia Mundial Sem Carro na cidade, mostra que a maioria dos que utilizam carros todos os dias ou quase todos os dias - 21% dos 805 entrevistados - está disposta a deixá-los na garagem se o transporte público melhorar. O problema é que a avaliação do serviço na cidade está abaixo da média: numa escala de 1 a 10, o transporte público - incluindo ônibus, metrô e trem - recebe 4,8. A facilidade de trajetos (logística, em termo atual) também deixa a desejar: a nota foi de 4,3.

O Ibope perguntou aos entrevistados o que faria com que eles usassem ônibus para circular na cidade. Nada menos do que 51% disseram que se eles oferecessem mais conforto poderiam usá-lo. Outros 40% disseram que o uso seria estimulado se a espera por eles fosse menor.

Mesmo diante das críticas, a taxa dos que rejeitam o ônibus como alternativa de transporte despencou: em 2007, 21% dos que responderam à pesquisa Ibope disseram que não usariam ônibus nunca em São Paulo. Este ano, o percentual despencou para 3%.

Com o metrô, o problema maior é a indisponibilidade de linhas: 52% disseram que usariam o sistema se a cidade tivesse mais linhas em percursos onde hoje não há a alternativa. Além disso, 36% dos entrevistados disseram que usariam se a tarifa fosse mais barata - o metrô custa R$ 2,40, R$ 0,10 mais caro do que a passagem de ônibus na capital - e 17% afirmaram que se houvesse mais conforto poderiam usar. Também neste caso, a rejeição ao uso do metrô caiu. Em 2007, 18% disseram que não usariam metrô de jeito nenhum; este ano, o percentual caiu para 8%.

Até a taxa de rejeição ao trem diminuiu. Em 2007, 19% disseram que não usariam os trens de jeito nenhum. Este ano, o percentual diminuiu para 11% - embora ainda seja maior em relação ao ônibus e ao metrô. Também neste caso os entrevistados dizem que usariam se tivesse mais linhas (47%), mais conforto (38%) e redução no tempo de espera (20%).

Nesta segunda, o Dia Mundial sem Carro teve manhã tranqüila e congestionamento abaixo da média na capital paulista, mas a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) não divulgou estimativas de adesão. Às 9h, a cidade tinha 76 quilômetros de lentidão. Segundo a CET, que só tem a comparação com números do 1º semestre deste ano, quando o rodízio de caminhões ainda não havia sido implantado, a média para o mesmo horário, às segundas-feiras, é de 117 km.

Fonte: O Globo

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